terça-feira, 17 de abril de 2012

QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO E GANHA PONTO NA ESCOLA


Escrever é bom demais
E todo mundo é capaz
Basta se ter a vontade
Que rapidamente se faz

Vamos ver quem escreve um final legal para o conto Medo de Cora Coralina

Instruções:

- Em cada conto, há a presença de personagens, cenário e noção do aspecto tempo, por isso, respeite essas informações no momento de criação. De nada adianta matar todos ou inventar um final totalmente incoerente com o enredo que já tem início e desenvolvimento.

- Lembrem-se de que vocês estão finalizando o conto, por isso usem e abusem da criatividade e imaginação, mas não se esqueçam de manter o texto coerente respeitando uma lógica mínima.

- Com relação ao espaço, procurem organizar as ideias em aproximadamente dois parágrafos (entre 10 e 20 linhas.)

- Já com relação à escrita, como se trata de ficção e criação literária, quase tudo é permitido. Pode abreviar, usar gírias, criar palavras, etc. Só não usem palavrões. Mas não se esqueçam de que as informações citadas têm de estar claras para os leitores.

- Abaixo do seu texto, coloque seu nome completo, e a turma a que pertence. Do contrário será considerado um autor desconhecido e neste caso, desconhecido não ganha ponto, só ser for no hospital.

Medo
(Cora Coralina)

Viajava uma jardineira, expresso ou perua, como se diz, de Goiânia para Goianópolis. Levava na coberta, entre malas e trouxas, um caixão vazio de defunto, destinado para uma pessoa falecida naquele distrito.
Logo adiante na estrada, um homem parado, dá sinal e a perua para.
Dentro, tudo cheio. O homem que precisava seguir viagem aceitou de viajar na coberta com os volumes e o caixão vazio. Subiu. O tempo tinha se fechado para chuva e logo começou a pingar grosso. O sujeito em cima achou que não seria nada demais ele entrar dentro do caixão e ali se defender da chuva. Pensou e melhor fez. Entrou, espichou bem as pernas, ajeitou a cabeça na almofada que ia dentro, puxou a tampa e, bem confortado, ouvia a chuva cair.
Mais adiante, dois outros esperavam condução. Deram sinal e a perua parou de novo; os homens subiram a escadinha e se acocoraram no alto. Iam conversando e molhados com a chuva fina e insistente.
Passado algum tempo o que ia resguardado escutando a conversa ali em cima levantou devagarinho a tampa do caixão e perguntou de dentro (...)

6 comentários:

  1. Logo que abriu o caixão os dois homens tomaram um susto tão grande que acharam que o homem do caixão era um morto e logo começaram a gritar,a perua parou e foi olhar. Quando chegou no ardar de cima os dois homens já haviam sumido do transporte enquanto o outro estava se levantando do caixão. Logo a jardineira não estava entendendo nada pois o caixão estava vazia, pegou uma faca e acabou fazendo uma loucura,matou o homem e fugiu para bem longe. Depois disso a perua nunca mais voltou para Goiânia e terminou indo embora sem rumo para um lugar afastado da sociedade para não ser presa pela polícia


    SARA BEZERRA DE CARVALHO
    9º ano - Escola Padre Antonio Henrique

    ResponderExcluir
  2. "Companheiro, será que a chuva já passou?". Foi um salto só que os dois embobados fizeram correndo. Um quebrou a perna, o outro partiu braços e costelas e ficaram ambos estatelados do susto e sem fala, na estrada.


    Graciete Gomes Suruagy 9°ano
    Escola Padre Antônio Henrique.

    ResponderExcluir
  3. A chuva ja passou? e os dois Homens Estavam querendo saber de onde vinha essa voz com tanto medo. depois de alguns minutos o rapaz que estava dentro da caixinha perguntou novamente. A chuva já passou ? então os dois homens escutaram e viram que a voz vinha de dentro da caixinha. Então perguntaram porque o rapaz estava com tanto medo? ele disse que não sabia o porque. Porém os dois rapazes acharam que o cara era doido, pois bem, acharam melhor levar o cara com ele. Depois de algumas horas os homens estavam encabulados com o cara que estava ainda na caixinha, pois ele estava gemendo , então os homens decidiu deixa o cara pela estrada, então no decorrer do tempo ao anoitecer, a perua não viu o caminhão, então ocorreu um acidente e todos morreram.

    Andressa eduarda Souza da Silva.
    9ºano Tarde
    Escola Padre Antônio Henrique.

    ResponderExcluir
  4. além é ter chegou grito chama-la. fugir embora rapído correr.

    the end

    Filipe Demetrio

    ResponderExcluir
  5. por favor, dar para vocês calarem a boca!!!!Estou tentando dormir!os rapazes que estavam ali quase corriam de medo mas não deu porque antes deles correrem desmaiaram. O rapaz que estava dentro do caixão levantou-se e tentou acordar os rapazes e quando conseguiram o rapaz perguntou.-tudo bem.
    os rapazes arregalaram os olhos e disseram -aí meu Deus!Pensávamos que estávamos falando com um morto.-O rapaz lhe respondeu -não apenas sou,eu todo encharcado da chuva então os rapazes olharam para o céu e exclamaram...aí que vida meu Deus.



    Ana Paula Ferreira de Souza 9º ano Padre Antônio Henrique

    ResponderExcluir
  6. voces não podem fazer silencio? Estou tentando fingir que estou morto. Os homens rapidamente se calaram e ficaram ali desplexos olhando para o caixão, passando algum tempo,eles ouviram vozes de uma mulher que dizia o que esta acontecendo no meu caixão. Eles assustados pensando que eram um espírito estavam assombrando o caixão. Os dois homens que estava fora do caixão sairam correndo e o primeiro continuiou no caixão, acabou durmindo e a mulher continuou viajando em sua perua e quando chegou na casa da falecida mulher, apertou a campainha. O marido da mulher falecida abriu a porta e foi com ela pegar o caixão que estava em cima da perua e desceram o caixão com muito sacrificio, quando abriram o caixão viram o homem, tiveram um infarto e morreram. Precisaram encomendar mais dois caixões.

    davi douglas de lima amorim
    9ª ano, Escola padre antonio Henrique

    ResponderExcluir